segunda-feira, 7 de abril de 2008

Admiração etérea



Eu gosto é da beleza incerta
Aquela que está nos olhos de quem vê
A beleza oculta, profunda, que só os olhos da alma podem enxergar
E não aquela perfeição estática, nauseante e bucólica, a qual insistem em nos condicionar à veneração suprema
A plenitude de um sentimento se estende à carne
Se estende à mente
E talvez até ao universo

Não é possível obrigar-se a reconhecer a grandeza do outro
A vista da beleza pura é turva, imperceptível e é emoldurada inconscientemente para se eternizar na memória
É inefável, sublime...
Etéreo, pois não se pode tocar a essência...
Apenas senti-la.



Meu tipo? Personalidade, originalidade, sinceridade, caráter e um pouco de charme. Daquele que constrói seu próprio mundo e modo de enxergar o exterior, e você fica louca para "ir no seu íntimo". Do que não é comum, e você tem a impressão de nunca ter visto igual, por mais clichê que o amor pareça aos outros. Da afinidade que às vezes dispensa palavras. Do não perder tempo e permitir-se, porque o mundo já tem muita coisa fria para nos dar.

3 comentários:

Lugana Olaiá disse...

Luciana!
Que energia ao ler teu post...identifique-me por demais..
Concordo que a melhor beleza é aquela dos olhos de quem vê, e senti..
Te vejo muito bela! E sinto bastante saudade de tua presença!
Beijos...

Lugana Olaiá disse...

Esqueci, adoro esta Ovelha da Rita faz tempo!

jorginho da hora disse...

Muita coisa fria e fulgás. Que bom que temos pessoas de espirito calientes como vosmicê. Vc é amiga da lugana ? já sei que vamos nos dar muito bem.

Um abraço e volte sempre.

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